Histórias de adoção
A parte que decide a adoção raramente é o dado: é ver que alguém parecido com você passou pela mesma dúvida. Esta seção existe para isso, e estreia vazia, porque não publicamos história que não aconteceu.
Ainda não publicamos nenhuma história.
Preferimos a seção vazia a uma história inventada ou copiada de outro site. Se você adotou um vira-lata, ou é uma organização que acompanhou um caso até o fim, a sua história é a primeira. Fale com a gente pelo formulário.
Como uma história é contada aqui
Em quatro tempos. É a estrutura que o The Dodo e as ONGs britânicas usam, e ela funciona porque não pula a parte chata do meio.
Como ele chegou
De onde veio o animal e em que estado. Sem foto de ferida e sem detalhe gratuito de sofrimento.
O que foi difícil
O medo, a doença, o tempo de abrigo, a adaptação que não foi linear. É a parte que costuma ser cortada e é a que ajuda quem está começando.
O que mudou
O momento em que a convivência virou. Normalmente é pequeno e específico, não é um antes e depois de propaganda.
Hoje
Como é a vida dele agora, com data. Uma história de adoção sem 'hoje' é só um resgate.
As regras
Só história real, com quem viveu
Quem conta é quem adotou ou a organização que acompanhou o caso. Nada de história montada para ilustrar.
Nome da pessoa só com autorização
O padrão é publicar o primeiro nome, ou só a cidade. Nunca endereço, telefone ou perfil pessoal.
Sem exploração de sofrimento
A foto de capa nunca é de ferimento. Imagem difícil, quando é indispensável para entender o caso, vai com aviso e fora da capa.
Sem pedido de dinheiro
História não é campanha. Caso que precisa de arrecadação segue o caminho e a checagem de /casos/.
Sem promessa
Adoção dá trabalho e às vezes dá errado. História que só mostra final feliz engana quem está decidindo.
Com data
Toda história tem a data em que foi contada, para o leitor saber de quando é aquele 'hoje'.
Quer contar a sua?
Mande como quiser: escrito, gravado ou em tópicos. A gente organiza nos quatro tempos, devolve para você ler antes de publicar e só sobe com a sua autorização. Fotos, se tiver, com a indicação de quem fez.
Falar com a genteConhece uma ONG que ficou de fora?
Mande o nome, a cidade e o link do site ou do Instagram. A gente confere se ela está ativa e inclui no guia.